Basicamente, as alterações do desenvolvimento das mamas são relativas ao seu número e a sua forma. Alterações volumétricas – aumento exagerado ou mamas muito diminuídas; alterações numéricas – ocorrem ao longo da linha ou crista láctea.

Apresentam-se nas mulheres que tem persistência de complexos aréolo papilares (ou mamilos) ou de tecidos glandulares ou, ainda, de ambos. São as chamadas mamas acessórias, que podem ser duas, três ou até várias mamas, na região inguinal, por exemplo, ou nas axilas.

Todos nós, tanto mulheres como homens, passamos por isso na fase embrionária, ao possuirmos diversas mamas. O natural, no entanto, é a sua regressão. É assim que as mamas acessórias são resíduos mamários situados ao longo da linha láctea, em geral, rudimentares.

Quais As Anomalias que Ocorrem Com as Mamas

É rara a existência de mamas acessórias completas, hormônio-dependentes, funcionando e produzindo leite. Por outro lado, existem mulheres com redução no número das glândulas mamárias; uma delas não se desenvolveu, não se formaram nem o músculo do grande peitoral e a mama, em seu lugar, há apenas um pequeno mamilo rudimentar.

Quanto a forma e o volume, encontramos a mama hipotrófica (muito pequena) e a hipertrófica. Aqui também há uma predisposição genética, porém não obrigatória. Existem mulheres com mamas pequenas, que são filhas de mães com mamas grandes ou também ocorre o inverso – o gene que determinou o volume de suas mamas veio de alguma tia ou parente mais distante.

A hipertrofia geralmente esta relacionada com três fatores:

HIPERTROFIA JUVENIL

Na puberdade. A mama começa a crescer como se ela estivesse respondendo exageradamente aos estímulos hormonais normais, são glândulas que respondem desproporcionalmente aos níveis hormonais endógenos.

GIGANTISMO MAMÁRIO

Ocorre na gravidez, quando a mulher esta sobre efeitos da transformação dos hormônios.

MEDICAMENTOS

Faz uso de alguns remédios, como hormônios exógenos, tranquilizantes ou antidepressivos, que contém drogas que podem levar a um quadro de hipertrofia das mamas.

Algumas moças, que apresentam assimetria mamária marcante, futuramente precisarão se submeter a uma cirurgia plástica corretiva, tanto nos casos de alterações numéricas (mamas acessórias, principalmente quando estão localizadas em regiões que provocam incômodos, como sob as axilas, e quando elas respondem  aos hormônios) como naqueles de um grande aumento das mamas, que deverá ser reduzido devido aos problemas posturais que podem provocar, ou quando são muito pequenas, onde o implante de próteses, após a colocação de expansores, é o indicado.

Como Aumentar O Tamanho De Seus Seios Nas adolescentes com mamas muito grandes ou muito reduzidas, é importante verificar se essa situação provoca algum problema em sua auto estima e em seus relacionamentos. Os pais devem analisar a situação para que a mocinha não evite usar maiôs e biquíni, frequentar praias e namorar, porque “não possui o peito desejado”, ou fazer ginástica, porque se sente envergonhada com sua aparência física, enfim, os prazeres normais de sua idade.

O ideal, no entanto, qualquer que seja sua anomalia, dependendo de sua extensão e gravidade, é aguardar a formação da mama e  esperar o final da puberdade – por volta dos 18 anos de idade – quando ela já estará madura e terá chegado ao final de seu progresso de desenvolvimento, para lançar mão de tratamentos radicais e corretivos.

Até lá, a jovem poderá usar sutiãs que compensem, em parte, a assimetria, ou sustentam mamas demasiadamente grandes ou, através de enchimentos e próteses externas, oferecendo a impressão de que suas mamas são maiores.

De qualquer modo, deve-se ter sempre em mente que esses processos de anomalias mamárias nas mocinhas podem ser temporários – devendo-se é claro, aguardar porque o desenvolvimento se estabiliza após mais alguns anos.

 

Post Footer automatically generated by wp-posturl plugin for wordpress.